sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Minha sobrinha gostosa e virgem dando para coroa no Sítio

Tudo começou quando eu tinha apenas 9 anos e meu tio 22 (um tio novo). Meu tio, o Guilherme sempre foi muito ligado á minha mãe (sua irmã). Eu o admirava, pensava que era alguém livre, dono de si e podia sair, ir pra onde quisesse. Ele sempre me pegava no colo e me fazia carinho passando sua mão pelo meu corpo inteiro, nas minhas costas, coxa, bunda e até nos meus então quase nulos seios. Eu achava estranho, mas deixava, eu gostava de sentir sua mão em mim. Muitas vezes ele abria suas pernas e me fazia sentar no meio, eu sentia o pau ele muito duro comprimindo a minha bunda. Ele apenas olhava, sorria e gemia fazendo cara de tesão... Confesso que eu adorava esses momentos.
Até que ele se mudou para outro estado por 6 anos. Durante todo esse tempo eu me lembrava de seu sorriso, de suas carícias, da sua vara dura se esfregando na minha bunda, mas como cresci tive a consciência de o que ele fazia comigo era abuso sexual, por causa disso, muitas vezes sentia raiva dele por ter se aproveitado de mim. Mas mesmo assim eu ansiava por seu regresso.
Foi na Páscoa que ele voltou para São Paulo. Íamos nos rever no almoço com a família e eu estava ansiosa, sem saber o que pensar. Não sabia o que vestir, então, revolvi como uma boa adolescente ir de calça jeans lycra e de blusinha.
Quando cheguei na casa da minha avó (onde seria o almoço), ele já estava lá: muito mais lindo mais homem e muito mais gostoso do que eu poderia imaginar. Olhei para ele admirado com o que via. Ele por sua vez me abraçou bem forte e me disse: “você não é mais a menininha que eu esperava encontrar aqui”. Ele estava com 28 e eu 15 anos. Eu tinha um corpo muito bonito, seios médios durinhos e bem pontudos, cinturinha e uma bunda que muitos adoraram passar a mão (já que estava na fase de namoros). Almoçamos e voltei para casa com meus pais.
No dia seguinte meu titio passou em casa e disse para minha mãe que me levaria para o cinema e depois iríamos á uma danceteria, como se tratava de seu irmão ele ficou tranqüila e me deixou ir (iria passar a noite fora).
Durante o filme, meu titio me abraçou e disse no meu ouvido: “só porque cresceu não quer mais ficar abraçada comigo?”, e eu disse: “não Gui, larga de ser bobo”, ele: “ah bom... porque eu sempre adorei te abraçar”. Nessa hora surgiu em mim um tesão enorme por aquele homem e eu me abracei bem forte a ele, ele começou a passar a mão nos meus cabelos, costas, mãos, rosto e de repente virou meu rosto e me beijou. Eu quase morri, me sentia toda molhada e ele sem se fazer de rogado enfiou as mãos dentro da minha blusinha e como um animal no cio, afastou meu sutiã e apertou bem forte os meus seios. Estremeci e ele gemeu: “ai... gostosa”. Quase gozei ao ouvir isso e me apertava o biquinho com os dedos, me falava que queria mamar neles, beijar, chupar, morder. Eu passava a mão por cima da calça dele e sentia o tamanho da vara, ele me pedia como louco pega... Pega... Pega na pica do titio. Eu dizia: “não pode titio”. Até que ele me perguntou se eu era virgem, como disse que não, ele me pediu: “me deixe ser o seu primeiro, deixa eu te penetrar, lamber a sua xoxota gostosinha...” eu estava tarada de tesão mas disse que não podíamos porque ele era meu tio. Ele me disse que isso não tinha nada a ver, que ninguém saberia e que ele me faria feliz. Aceitei e fomos á um motel. No quarto ele me jogou na cama e disse que me faria gritar de tesão. Começou a me beijar e apertar meus seios com as duas mãos tirou minha blusa, meu sutiã e mordia meus seios, chupava, lambia e eu gemia muito de tesão. Foi me lambendo na barriga enquanto abria minha calça, tirou-a e apertou por cima da calcinha a minha buceta, eu urrei de tesão. Ele me disse com cara de safado: “antes quero que você mame gostoso em mim...” tirou a calça, ficou em pé no chão e disse: “chupa”... Eu nunca tinha chupado uma vez antes, mas estava com tanta tara que enfiei de uma vez só na minha boca toda aquela rola que ra muito grossa. Comecei a lamber, a mamar segurando bem forte na base para dar mais pressão... Ele urrava e empurrava minha cabeça em direção ao seu mastro enquanto dizia “isso... vai... vai que o titio quer gozar na sua boquinha”, nisso eu comecei a sugar suas bolas que quase não cabiam em minha boca e via crescendo cada vez mais sua rola, o enfiei de novo na minha boca e ele metia como se estivesse comendo uma buceta até gozar. Quando terminou disse: “agora minha putinha deita ai que é a sua vez...” me deitei, ele tirou a minha calcinha e pediu para que eu abrisse bem as minhas pernas. Fiz isso e ele abriu bem os meus lábios vaginais com os dedos e deu uma lambida. Eu tremi de tesão. Ele me lambeu de novo e gemi muito alto, ele parou e perguntou: “alguém já tinha lambido sua xoxota antes?” Como disse que não, ele me respondeu: “bem que eu notei que o gosto na sua xana é bem melhor...” começou a por a língua dentro da minha buceta e tirou, repetiu várias vezes até que começou a sugar meu clitóris, nessa hora comecei a gritar de tesão e tive o primeiro orgasmo da minha vida (e com meu titio). Beijou-me depois de ter chupado tomado todo meu melzinho, se deitou em cima de mim e me disse: “agora você vai conhecer uma pica de verdade, quer?... então peça...” e eu como louca falava: “vem titio... vem comer a buceta da sua sobrinha...”. Ele já estava com a pica dura novamente e começou a colocar a cabecinha dentro da minha grutinha, eu senti um tesão enorme, ele tirou e colocou mais um pouco, foi repetindo até que entrou tudo. Eu senti uma dor muito grande, como se estivesse sendo rasgada, mas ao mesmo tempo eu queria mais. Ele me dizia: “ aí como você é gostosa... nossa que apertadinho gostoso... sente meu pau te arrombando... vou gozar aqui...” ele começou a bombar cada vez mais forte, até que gozei de novo. Ele levantou minhas pernas e começou a socar com força, não demorou muito e gozou de novo.
Até hoje, depois de sete anos, ainda quando dá transamos.
Se gostar do meu relato, quer dar opinião me envie um e-mail

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Minha cunhada gostosa virgem fudendo

Olá! Moro em Vitória, Espírito Santo e não existe nada que eu goste mais do sexo, por isso compartilho aqui o que me aconteceu há bem pouco tempo.
Havia acabado de tomar banho e estava em meu quarto prestes a vestir minha roupa quando de repente a porta se abre e minha cunhadinha entra também com o propósito de trocar de roupa, pois também havia terminado o banho e estava apenas enrolada numa toalha. Quando me vê ela se assusta (também pudera, meu pau ficou imenso na hora pois ela é uma delícia, tem 17 aninhos e o corpinho todo perfeitinho e bem torneado, com seios pequenos e durinhos e bundinha redondinha) e tenta sair do quarto, eu entro em sua frente e digo que espere pois já havia visto tudo mesmo.
Vesti cueca, me aproximei dela e disse que já que ela havia me visto sem roupa era minha vez de vê-la e fui puxando sua toalha. Não acreditava que ela fosse deixar, mas acho que devido ao choque ela não reagiu me deixando tirar sua toalha. Olhei para seu corpo lindíssimo e imediatamente passei minha mão sobre o capô de sua bucetinha que possuía poucos cabelos, abaixei-me rapidamente perto dela e deslizei minha língua sobre aquela xoxotinha deliciosa, o que a fez suspirar, continuei lambendo e ela foi se esticando e abrindo as pernas.
Fui lambendo e empurrando-a para a cama devagar, ela deitou suas costas na cama e permaneceu com os pés no chão e eu continuei chupando. Fui acariciando sua bunda e a fudendo com minha língua, ela abraçou-me o pescoço com as pernas e começou a fezer um movimento de vai-e-vem, enquanto isso tirei minha cueca pois meu pau queria explodir... levantei-me e coloquei o pau em sua boca, ela nunca havia visto um pênis antes mas abocanhou a cabeça do meu pau e ficou chupando. Segurei sua cabeça e comecei a fuder sua boca com meu pau, enfiando e tirando e fui deitando-me sobre ela e fazendo um delicioso 69.
Depois de fazê-la gozar algumas vezes em minha boca, encaixei-me entre suas pernas e deslizei diversas vezes a cabeça de meu pau na entrada de sua grutinha que babava por ele. Tentei penetrá-la, a cabeça entrava um pouco mas sua virgindade não permitia a penetração.
Lubrifiquei meu cacete e tentei novamente, fui empurrando devagar enquanto ela gemia, segundo ela somente de prazer, até que meu pau entra inteirinho nela (que delícia de buceta apertadinha).
Comecei um vai-e-vem bem devagar e aos poucos ia aumentando a velocidade.
Comecei a meter forte naquela buceta deliciosa e chupar seus peitinhos durinhos e feitos sob medida para minha boca. Mordia os biquinhos de leve e alternava entre bombadas fortes e rápidas, e bombadas lentas e fracas, fui fudendo gostoso até que ela gozasse duas vezes quando tirei meu pau ainda estourando de duro e enfiei em sua boca, fudendo aquela boquinha saborosa. Quando estava prestes a gozar segurei sua cabecinha, dei bombadas mais fortes e explodi em gozo dentro daquela boquinha pequena, segurando sua cabeça mandei que ela engolisse tudo e foi o que ela fez, além de continuar chupando e lambendo meu pau até que ele ficasse bem limpinho.
Depois disso precisamos voltar para o banho, onde a chupei todinha novamente e a comi em pé no banheiro... foi uma delícia!!!
Se você gosta de sexo, assim como eu e está a fim de gozar gostoso me escreva.

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Minha prima ninfeta gostosa de Recife pelada


Eu Moro numa cidade no interior do Rio Grande do Norte, muito pequena e por isso vou omitir o nome da cidade e o meu será Max (fictício). Esta cidade é muito famosa por uma cachoeira que fica dentro de uma mata muito fechada e de difícil acesso, todavia, fica há menos de 1 km de minha casa. Desde pequeno eu e eus irmãos tomamos banho nesta cachoeira. Bom mais vamos a história. Tenho 23 anos, cabelos e olhos castanhos e um corpo normal: nem magro nem gordo. No final do ano passado uma prima nossa de Recife-PE veio passar as férias de final de ano conosco. Ela acabara de completar 15 anos. A última vez que tinha visto ela ainda andava de calcinha. Quando ela chegou lá em casa, eu e meus irmãos ficamos embasbacados com a beleza de nossa prima. Simplesmente estonteante. Tudo na medida. Uma morena para ninguém botar defeito. Uma das bundas mais bonitas que já vi. Mas voltando a história, lembro-me bem que ela chegou numa quinta-feira à tardinha. E, à noite, minha mãe decidiu que ela dormiria no meu quarto. Nem deu tempo de me animar, quando vi minha mãe colocava minha rede na sala, dizendo que era lá que dormiria pelos próximos dois meses. Fiquei muito triste: primeiro por não dormir ao lado de minha priminha e segundo por ter meu quarto invadido por aquela intrusa. Bom, mais o tempo foi passando, ela já tinha visitado toda minha família e no segundo final de semana à sua chegada, notando que ela não estava curtindo tanto, pois realmente na cidade não havia muito o que fazer resolvi arriscar e a chamei para tomar banho na cachoeira. Notei que ela ficou eufórica e de pronto disse que topava. Fiquei de pau duro na hora, só de pensar em vê-la somente de biquíni. Deixei para chamá-la justamente quando nenhum irmão estivesse em casa (todos tinham ido para um jogo de futebol na cidade vizinha e só retornariam à noite). Ela se arrumou em menos de dez minutos e fomos para a bendita cachoeira. Talvez, por causa do campeonato de futebol, a cachoeira estava quase deserta. Lá só tinha dois casais que sequer notaram nossa chegada. Estavam bem \"ocupados\". Fomos para um local mais reservado, bem próximo à queda d´água. Ela disse está maravilhada com tanta beleza. Realmente a água é cristalina. Dá para ver os peixinhos próximos às pedras. É lindo. Ela disse que queria se banhar e já foi tirando o minúsculo shortinho. Quando vi seu biquini fio dental, meu pau fico duro como uma rocha. Tentei disfarçar, mais ela notou, porém se fez de desentendida e entrou na água. Dei um tempinho e também entrei. Ela percebeu o quanto fiquei constrangido e, para quebrar o gelo, começou a fazer perguntas sobre o local. Uns quinze minutos depois, o clima já tinha mudado. Brincávamos de jogar água um no outro, foi quando chamei para conhecer a caverna que ficava por trás da queda d´água. Ela topou. O que não imaginávamos é que tinha um casal transando dentro da caverna, que era muito pequena. Por causa do barulho da água, eles nem perceberam nossa presença. Saímos rapidamente dali. Notei que minha prima ficou muito excitada. E eu, que estava de pau duro, sem querer esbarrei nela dentro d´água. Ela fez que nada tinha acontecido. Ela então pediu para sair dali e eu sugeri irmos para uma outra queda d´água mais adiante. Lá chegando, observamos que o local estava completamente deserto. E disse a ela que, quando tinha até 13 anos costumava tomar banho nu naquele local. Os olhos dela brilharam e ela perguntou porque não tomava banho nu hoje. Disse que tinha vergonha dela e só faria se ela também se despisse. Ela desconversou e disse que tiraria apenas a parte de cima do biquíni. Concordei e fui logo tirando meu calção. Ela, quando viu meu cacete duro, sem querer deixou sair um oh! E logo lhe cobrei que ela tirasse a parte de cima do biquíni. Ela de pronto atendeu, ficando só com a minúscula tanga. Ela não parava de olhar para meu pau e eu também olhava insistentemente para seus lindos seios. Ela foi nadar e propositadamente, quando mergulhou deixou a sua linda bundinha à amostra. Aproximei-me dela e, por debaixo d´água, “sem querer” toquei com meu pau em suas coxas e não fiz menção de tirar. Ela fechou seus olhinhos e deu um longo suspiro. Estava quase ficando louco e resolvi arriscar, perguntando-lhe à queima roupa:
- você ainda é virgem?
Ela, quase engasgando respondeu:
- só transei umas quatro vezes.
Fiquei impressionado com a resposta. Tão sincera. Resolvi arriscar tudo e perguntei se ela não queria tocar no meu pau. Ela fez uma carinha mais sacana do mundo e apenas balançou a cabeça afirmativamente. Aproximei-me dela, ela fechou os olhos e segurou meu pau carinhosamente... Aproximei-me dela e dei o melhor beijo na boca da minha vida. Quase não desgrudamos mais. Estávamos muito excitados e, sem perder tempo baixei lentamente a calcinha do seu biquíni. Tive a visão mais linda do mundo: uma bucetinha de poucos pelos e de lábios vermelhos e carnudos. Simplesmente maravilhosa. Caminhamos para a margem do rio e cai de boca naquela bucetinha. Ela se contorcia e dava pequenos espasmos. Depois de mais de 10 minutos lambendo aquele corpo divino, coloquei meu pau na sua bucetinha e fui empurrando lentamente. Todavia, ela era muito mais apertada do que eu imaginava. Foi aí que tive uma idéia: ao nosso redor tinha muita babosa: planta cuja folha solta uma baba, que, inclusive, é medicinal e não tem nenhum efeito colateral. Peguei uma folha e espalhei aquela baba por toda extensão do meu cacete. À princípio ela ficou com medo, mais eu a tranqüilizei dizendo que não tinha problema algum. E novamente me posicionai e fui empurrando o meu pau naquela grutinha apertada. Dessa vez entrou até o talo. Ela gritava, se contorcia e eu aumentava cada vez mais o ritmo. Gozamos juntos iguais a dois animais no cio. Mas eu ainda não estava satisfeito e propus ela se virar e me dar aquela bunda maravilhosa. Ela disse que meu pau era muito grande e, apesar dela já ter dado uma vez a bundinha ao namoradinho do prédio onde morava, o garoto tinha o pau pequeno e fino, o contrário do meu. Quando ela disse que tinha dado, minha esperança reacendeu. E prometi ser o mais carinhoso possível. Ela apenas virou a bundinha para o meu lado, porém com um ar de intranqüilidade no rosto juvenil. Fui pegar mais uma folha de babosa e refiz o mesmo procedimento. Inicialmente, coloquei um dedo e depois dois dedos para que seu cuzinho se acostumasse com o volume que iria receber. Quando ela estava bem relaxada, mandei ver. Botei todinho. Senti o meu saco batendo em sua bundinha. Foi sensacional. Indescritível a sensação. Gozei como um cavalo em sua bunda... Depois ainda trepamos mais umas três vezes até voltarmos para casa. Repetimos esse ritual o resto das suas férias

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