domingo, 12 de setembro de 2010

Casada gostosa traindo marido com desconhecido da sala de bate papo no Motel

Essa história teve início no verão de 2009. Eu estava concluindo a faculdade e vivia cheia de trabalhos para entregar. Isso tomava muito do meu tempo, tornando minha vida sexual com meu marido escassa. Um dia resolvi relaxar um pouco entrando em uma sala de bate papo na internet, o que passou a ser um hábito cada vez mais freqüente diante de tantas conversas gostosas com desconhecidos. Passei a ficar cada vez mais excitada, e estas conversas muitas vezes se estendiam no MSN, terminando em deliciosas gozadas diante da cam.

Passado algum tempo parecia-me não haver mais novidades na net. Eram sempre as mesmas pessoas no chat, as mesmas conversas e fantasias. Eu sentia a necessidade de novidades. Certo dia porém, ao entrar no chat iniciei uma conversa com Paulo, um quarentão de Porto Alegre, cidade pouco distante da minha, que logo me chamou a atenção por seu papo descontraído e inteligente.

Como ocorria normalmente, trocamos MSN e passamos a nos falar por lá com frequência. Por sermos ambos casados, Paulo e eu não demonstramos de inicio nenhum interesse em nos vermos pessoalmente porém, à medida que nossas conversas foram fluindo, gostos e desejos sendo revelados, um tesão crescente fez surgir uma louca vontade de concretizar uma boa transa.

Após algum tempo marcamos um encontro em minha cidade. Combinamos nos encontrar em um parque pouco movimentado e dali seguiríamos a um motel fora da cidade. Naquele dia acordei cheia de expectativas e tesão porém, um pouco apreensiva com a situação. Escolhi uma lingerie branca, rendada, que realçava ainda mais meu corpo bronzeado, um belo vestido de tecido leve, destacando bem a cintura e colo, deixando minhas coxas torneadas a mostra, calcei um salto alto e fui ao encontro de Paulo.

Chegando ao parque, logo visualizei aquela bonita figura, com seus cabelos levemente grisalhos e olhos verdes cheios de malícia percorrendo meu corpo enquanto me aproximava, deixando-me um tanto sem graça mas adorando aquela situação. Cumprimentei-o com um beijo no rosto. Ele me puxou pela cintura encostando meu corpo no seu e retribuiu o cumprimento me beijando na boca. Com isso pude sentir seu mastro já duro em contato com minha virilha, o que me deixou estonteada de tesão. Beijei-o de forma voraz enquanto suas mãos inquietas percorriam meu corpo, terminando por encontrar minha buceta completamente molhada, ardendo de desejo. Com a mão quente, puxou minha calcinha pro lado deslizando os dedos pelos lábios lisinhos e molhados, penetrando um dedo em minha xana, o que me fez gemer de prazer. Sorrindo, afastei-o um pouco, argumentando que estávamos indo rápido demais. Paulo, com um sorriso malicioso contrapôs dizendo que gastamos tempo demais em conversas e sexo virtual, e que já era tempo de partirmos imediatamente para o real.


Com receio de sermos notados, nos afastamos ainda mais por entre as árvores, encontrando um cantinho escondidinho onde ninguém pudesse nos ver. Paulo ergueu meu vestido posando suas mãos em minhas nádegas apertando com força, enquanto escorregava a boca pelo meu pescoço, seios, barriga, provocando arrepios por todo meu corpo.

O tesão era tanto que minhas mãos frenéticas e ansiosas por sentir o seu pau acabavam atrapalhando-se na tentativa de abrir sua calça jeans. Finalmente consegui e deslizei da boca de Paulo até seu cacete com urgência, pegando-o com ambas as mãos. Encontrei um cacete muito duro, quente, cheiroso e molhado de tesão esperando por mim. Comecei a passar minha língua na cabeça, juntando a gotinha de líquido que saia enquanto Paulo gemia baixinho. Minha língua então percorreu toda a extensão de seu cacete e bolas, deixando bem babado. Voltando para a cabeça, iniciei uma deliciosa chupada, arrancando mais gemidos de Paulo.

- Não tô agüentando mais! – disse ele.

Repentinamente me ergueu, colou sua boca na minha em beijos que pareciam me devorar, abriu minhas pernas e me carregou até uma grande pedra próxima a nós. Colocou-me sobre ela tirando novamente minha calcinha para o lado e me penetrou com uma fome voraz. Senti o calor daquele pau delicioso na minha xana molhada e não pude conter um gritinho de puro tesão.
- Esperei tanto pra sentir essa tua buceta gostosa!
Estávamos em êxtase. Colados como dois animais, com desejos incontroláveis e primitivos, fodendo loucamente ao ar livre e correndo riscos de sermos vistos. Mas naquele momento isso era o que menos nos importava.
- Vou gozar nessa tua buceta, cachorra safada!

E gozou. Ao sentir aquela porra quente me inundando, pensei no quanto àquilo era excitante. Gozei como nunca. Meu corpo trêmulo de prazer, sentindo as últimas estocadas, agora mais lentas, em minha buceta. Permanecemos imóveis por alguns momentos.

Beijamos-nos e olhamos para os lados rindo ao nos darmos conta da possibilidade de que alguém pudesse nos ter observado. Recompomos-nos e seguimos em direção ao carro de Paulo, onde ficamos conversando e dando boas risadas.

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